O Equilíbrio da Vida (TAO)


O excesso de luz cega a vista.


O excesso de som ensurdece o ouvido.

Condimentos em demais estragam o gosto.

O ímpeto das paixões perturba o coração.

A cobiça do impossível destrói a ética.

Por isso, o sábio em sua alma

Determina a medida de cada coisa.

Todas as coisas visíveis lhe são apenas

Setas que apontam para o Invisível.



(Tao-Te King, Lao-Tsé)




terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Sem cessar



Venta lá fora vento sereno
(Eu gosto do vento no meu rosto...).
O silêncio dos grilos o cavalo.

As árvores dançam as acerolas caem.

Aqui dentro um calor abafado
― Todo mundo fala ao mesmo tempo
Todos comem
Todos pulam
Todos gritam


Será que eu vou morrer...?
Ou serei eterno
                                            como a fênix?

RODRIGO DELLA SANTINA

3 comentários:

Marco de Moraes disse...

Gostei deste espaço. Tem tanta energia positiva!

Quando puder, acesse este post de poucas palavras do meu blog:

http://palavrasproferidas.blogspot.com/2011/10/respire-aspire-viva.html

Há como seguir o seu blog?

Tenha uma ótima semana!

Ianê Mello disse...

Adoro a intensidade com que escreves, amigo!
Todos sonhamos ser como a Fênix que renasce das cinzas... e de certa forma somos, pois nossa alma é imortal.

Bjs e grata pela presença aqui.

Rodrigo disse...

Muito obrigado, minha cara! Fico deveras grato e feliz que aprecie meus versos...
Grande abraço,

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