Minhas mãos têm o cheiro do pecado que eu inventei,
porém ainda não pequei..
O cheiro insano e profano, de um pecado mundano.
Meus olhos têm a cor do veneno que criei,
porém ainda não envenenei…
Não gritei, não alimentei, não puxei, não pulei.
Nada fiz eu!
Apenas cheguei: Anuí e, silente, admirei!
Samuel Vigiano